Mostrando postagens com marcador Sustentabilidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sustentabilidade. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Alunos do RPB foram destaque na PUC-RS


Ensaiado no Quilombo - Central Social na PUC - Hip Hop de Base

Levar o Hip hop para se apresentar dentro da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RS) não é coisa que acontece a todo momento. A Central Social RS através do Projeto Música Didática tem levado a música RAP para dentro das escolas há tempos, porém, são raros os convites na esfera do terceiro grau.

A música RAP atuando como aliada do processo pedagógico é transformadora, esta prática ajuda no desenvolvimento de habilidades cognitivas, estimula o raciocínio rápido entre muitas outras questões, o resultado é um ser mais solto, menos envergonhado e desinibido.

Em vídeo (clique aqui para assistir) existe mostra a amostragem do trabalho de hip hop de base realizado pela Central Social.

O Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo, bem como a Escola Rafael Pinto Bandeira foram duas entidades que acolheram e acreditaram na proposta, em nome de todos, obrigado. (Texto: Ricardo Sória / Vídeo: Hermes).

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Informe RPB é destaque no Estado


Com o advento da 1ª edição do Informe RPB, o Jornal Escolar da Escola Rafael Pinto Bandeira, e sua consequente distribuição impressa junto a Comunidade Escolar, o mesmo vem ganhando destaque em canais da Web. Exemplo disso é a publicação da Capa e Contracapa da versão online do Informe RPB no Blog do Mais Educação do Rio Grande do Sul (para conferir, clique aqui). O Blog contempla os principais acontecimentos  e as boas práticas relacionadas ao Programa em nosso Estado. Logo, a inserção do Jornal Escolar é fato a ser celebrado pela Escola, visto que o Informe RPB foi trabalho de inúmeras mãos.


Até o final da semana, o Informe RPB ganhará a exposição nacional. Tendo em vista que o Portal do Jornal Escolar, do Grupo Comunicação e Cultura (sediado em Fortaleza – CE) e expoente máximo do segmento ligado a “Arte de se fazer jornal escolar”, também, se comprometeu divulgar o Jornal da Escola Rafael Pinto Bandeira, ainda nesta semana! Vamos aguardar para comemorarmos juntos!

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Projeto Aluno/Professor


Nas próximas duas segundas-feiras (3 e 10 de dezembro), a Oficina de Rádio Escolar do Mais Educação do RPB contará com a aplicação de aulas por parte de seus próprios alunos. A iniciativa tem como objetivo despertar o espírito de liderança, cooperação/coletividade, respeito e sobretudo responsabilidade de nossas crianças. Para tanto, trabalhou-se os princípios da Democracia, haja visto que os Alunos/Professores foram eleitos por seus colegas.

Essa atividade terá a assistência do professor Fabão (antes, durante e depois do exercício) e tem o seu próprio regulamento. Logo, o professor irá avaliar o plano de aula desenvolvido pelos Alunos/Professores, antes de cada intervenção destes, e zelará pela boa prática desse exercício.

A atividade que concederá certificado aos participantes, terá como Alunos/Professores: Turno Manhã – Maria Eduarda (62), Caterin (5B), Alisson (5B), João Carlos (62) e Emerson (5B); Turno Tarde – Grigor (3A), Lívia (4A), Julia Luiz (5A), Marcos (3B), Kelvin (5A), Jorge (5A) e Sávio (5A). Espera-se destes muita criatividade, disciplina e tenacidade frente a esse grande desafio. 

terça-feira, 6 de novembro de 2012

1° Ano A na 58ª Feira do Livro de Porto Alegre


Na tarde desta segunda-feira (5), os alunos da professora Dayse Laitano Emil estiveram na 58ª Feira do Livro de Porto Alegre.

“As crianças participaram do Autor no Palco com o renomado escritor Dilan Camargo, muito inteligente, carinhoso e afetuoso, envolveu as crianças com suas poesias, acompanhado de um ‘violeiro’ que acrescentou acordes as suas poesias”, conta a professora.

“Os alunos compraram livros, lancharam, se deliciaram com leituras envolventes e ainda riram muito com os palhaços. Estava ótimo”, concluiu. A professora Clemi Guindani Gonçalves acompanhou o grupo.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Justiça Restaurativa de Porto Alegre é contemplada com Simpósio


 Evento trouxe palestras de renomados especialistas para abordar suas práticas e dividir experiências

Nos dias 29 e 30 de outubro, transcorreu o 3° Simpósio Internacional de Justiça Restaurativa, no Auditório do Ministério Público (Av. Aureliano de Figueiredo Pinto, 80 – Porto Alegre/RS).

Nas duas datas, o encontro brindou a Justiça Restaurativa da Capital Gaúcha com as abordagens dos principais nomes do cenário mundial, foram eles respectivamente: João Salm (Justiça Restaurativa: histórias de democracia e participação); Barry Stuart (Processos colaborativos para responder com eficácia às questões sociais complexas); Carolyn Boyes-Watson (Justiça não é um esporte para espectadores); Catherine Bargen (Justiça Restaurativa comunitária em British Columbia: potencialidades e desafios).




A Escola Rafael Pinto Bandeira sempre atenta quanto as questões relativas à Justiça Restaurativa e suas boas práticas, se fez representado pelos professores: Clemi Guindani Gonçalves, Dayse Laitano, Ivelise Shultz, Lucia Oliveira, Fábio Rodrigo Anacleto Schuch e Fábio Saltiél. Veja as fotos em álbumdo facebook da Escola!


 
O grande destaque da programação ficou por conta do canadense Barry Stuart. Stuart foi juiz no território de Yukon. Lecionou em várias universidades, e conduziu numerosos cursos sobre mediação, negociação multipartidária, colaboração participativa dirigida pelos integrantes e uma vasta gama de tópicos relacionados à governança. Participou de iniciativas em prol de políticas públicas. Lançou a aplicação de Círculos de Construção de Paz. Além de ter ampla experiência em questões constitucionais e de governança. Em sua fala assegurou que manterá contato com Porto Alegre.
 
A necessidade do diálogo:

A Justiça Restaurativa é uma realidade que avança e cresce no Brasil, com a vitalidade e força próprias do anseio coletivo por Justiça enquanto valor universal.

Experiências brasileiras confirmam ser possível as instituições do Estado Democrático de Direito conviverem com alternativas de solução dialogada de conflitos. Demonstram que, mais além do rigor da lei processual e das garantias constitucionais, existe espaço para o encontro, o consenso e a convergência, sem descuidar de conquistas fundamentais como a legalidade, o devido processo legal, a presunção de inocência e a ampla defesa.

No País, como no plano internacional, essas experiências convidam a promover a Justiça como direito à palavra, empoderando as pessoas para atuarem na pacificação dos conflitos ou infrações em que estejam envolvidas. Convidam para encontros juridicamente protegidos abertos à expressão da humanidade de cada um, de reconhecimento mútuo, de compreensão da complexidade das causas subjacentes a qualquer conflito. Convidam a cooperar voluntariamente na construção de consensos capazes de promover empatia e auto-responsabilidade de ofensores, a reparar os danos sofridos pelas vítimas e comunidades e a ativar a cidadania, abrindo espaços concretos de participação e corresponsabilização. Convidam para que cada infração ou conflito sirva como oportunidade de aprendizagem e de revelar as subjacentes desigualdades sociais e toda sorte de violências estruturais comuns às sociedades modernas.

Em se tratando a Justiça Restaurativa de um conceito que suscita infinitas possibilidades de aplicação – não apenas metodológicas, mas também técnicas e culturais – há que se zelar pela integridade e fidelidade ao arcabouço teórico, que vem garantindo sua eficácia em muitas partes do mundo.

Trata-se, portanto, de um intercâmbio de grande importância. O 3º Simpósio Internacional de Justiça Restaurativa foi a oportunidade de encontro com juristas e cientistas sociais canadenses e norte-americanos, que trazem uma diversificada experiência de mais de 30 anos em campo.

O futuro da Justiça Restaurativa no Brasil é promissor e vem acompanhado de inúmeras iniciativas de modernização no escopo do judiciário. Mais além do tradicional monopólio de composição de litígios, o desafio é promover a Justiça como função de domínio público voltada à pacificação da conflituosidade social. As iniciativas de profissionais dedicados à construção da segurança social e da justiça através da educação nos levarão mais adiante.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Compostagem



Nas últimas semanas a professora Rochelle, Oficina de Letramento, propôs e desenvolveu junto aos alunos do Programa Mais Educação da Escola Rafael Pinto Bandeira a elaboração de compostagens. Ao término da atividade tais alunos foram instigados a desenvolver um relatório sobre o trabalho, os quais se destacaram os seguintes textos:

Por Gabriel (71)

Compostagem é a forma que as pessoas encontraram para produzir um tipo de adubo para as plantas. A compostagem é feita com o recorte de garrafa pet, lá dentro, colocamos terra e toda a vez que sobrar um resto de lixo orgânico, tais como: casca de ovo, pó de café, erva usada, cascas de banana e de outras frutas. Temos que fazer isto durante quatro semanas. Depois de pronta, a compostagem fica com uma aparência parecida com um adubo pronto para ser usado. Depois que a compostagem vira adubo, colocamo-la em plantas. É muito importante fazer isto porque as plantas precisam deste adubo para crescer melhor. O adubo tem uma importância muito grande para a natureza porque deixa as árvores mais fortalecidas.

Eu entendi que a compostagem é muito importante para a natureza.  A compostagem é preparada com um monte de lama com cascas de frutas e muito lixo orgânico.

Por Luciane (6B)

A compostagem é feita de água, areia, restos de alimentos, cascas de frutas, pó de café e erva de chimarrão usadas armazenadas em uma garrafa pet por quatro semanas. A compostagem serve para ajudar a fortalecer as árvores e facilita na plantação. É importante para a natureza para cuidar de nossas árvores e plantar bastante flores.

O que significa ser da paz?




Tanto a família como a escola podem estabelecer regras para evitar a violência escolar. É possível proteger seu filho para que não se converta em um agressor ou em uma vítima de agressão? Claro que sim. Pelo menos existem algumas pautas que podem ajudar tanto a família como os educadores e a sociedade de um modo geral, a prevenir este fenômeno. Lutar contra o abuso é uma responsabilidade de todos. Cada parte implicada deve cumprir seu papel.

A família e a violência

Educar é uma tarefa muito difícil já que os pais e mães não são especialistas em pedagogia ou tenham nascido preparados para educar seus filhos. Mas a família se constrói e seu posicionamento é considerado essencial para a socialização das crianças, através da transmissão de valores, normas, comportamentos, etc. A família é que tem que estabelecer o que é reprovável e o que é aceitável, em casa e nas relações sociais. Segundo os especialistas em agressão escolar, a ausência de regras, a falta de supervisão e de controles razoáveis da conduta dos filhos fora do colégio, do que fazem e com quem andam, é uma tarefa muito difícil. A falta de comunicação e a ocorrência de tensões e de brigas na família, podem levar aos filhos adquirirem condutas agressivas.

O que a família pode fazer

Existem cursos e reuniões de escola de pais e mães que podem orientar aos progenitores do que podem fazer para mantê-los longe dos abusos. Baseiam-se em regras básicas, como:

1- Preocupar-se com seus filhos, falando com eles. Criar um canal de diálogo com eles. Evitem os monólogos. Aprende-se e se conhece melhor os filhos ouvindo-lhes.

2- Estar atento aos possíveis sintomas como nervosismo, falta de apetite, insônia, baixo rendimento escolar, fobia escolar, etc.

3- Controlar e supervisionar as condutas de seus filhos, observando o que faz, onde anda, com quem brinca, quais são seus interesses, projetos, etc.

4- Determinar os limites e as normas. Exigir o cumprimento das regras elementais.

5- Educar para controlar as emoções, para comportar-se com os demais, para a convivência.

6- Observar os comportamentos, estados de ânimo e as mudanças nos hábitos das crianças.

A escola contra a violência

O tipo de disciplina que existe na sala de aula e no centro educacional é de fundamental importância na construção de uma boa conduta. A constante supervisão nas aulas e no pátio, assim como em cantinas (durante o recreio), pode-se detectar se está ocorrendo alguma agressão escolar. Professores e monitores devem estar presentes, sempre.

O que as escolas devem fazer

A princípio, não fechar os olhos à realidade. Estabelecer regras para evitar o abuso, manter uma caixa de sugestões e de queixas sempre aberto, tratar o tema através de cursos, conferências ou palestras, colocar os monitores ou vigilantes na cantina, no recreio, e em outras zonas de risco, introduzir e manter matérias de educação em valores, e intervir de uma forma rápida, direta e contundente no caso de haver suspeita de agressão escolar. Em concordância com o centro educacional, os professores devem colaborar na identificação de algum caso, ou simplesmente estabelecendo com seus alunos normas de não agressão.

O que podem fazer as instituições e os meios de comunicação

Criar e manter um telefone público para as crianças é uma forma de abrir uma porta a seus possíveis conflitos. As campanhas anuais de sensibilização também podem funcionar para prevenir a agressão escolar. Quanto aos meios de comunicação seria interessante e muito viável que controlassem mais os conteúdos que exibem ou publicam. A sociedade em geral deve prevenir e cortar possíveis sinais de agressão. É necessário estar atento e não deixar passar nada ou pensar que tudo é normal ou se trata de uma piada. Quando uma criança zomba, ameaça ou bate em outra criança, deve-se intervir para que isso não se repita. Quando no pátio do colégio alguém zomba do aspecto de outra pessoa, deve-se repreendê-lo. O mal se corta pela raiz.

Por Yasmin (6B) e Jenifer (6C)

Várias coisas ocorrem relacionadas à violência na escola e esses casos podem levar os alunos ao Deca. Os alunos estragam as coisas da escola, picham as paredes, escrevem na classe, desperdiçam a comida da escola, jogam giz, xingam os professores, roubam os celulares, lápis, canetas e borrachas.

Por Julhya e Nicolly (5B)

A violência na escola é muito grave. Guris se agridem com socos e ponta pé, meninas brigam aos socos. Enfim, ocorrem coisas que não podem continuar!

Por Alisson e Emerson (5B)

Hoje a violência na escola é grande porque vem das ruas. As pessoas não têm educação e vivem brigando. Existem muitos professores e alunos se agredindo e isso não deve acontecer.

Alunos estão sempre brigando ou arrumando brigas por causa de namoros e tudo acaba em violência. A polícia ou os professores tem que separar as brigas e chamar os pais dos alunos para resolver o problema.